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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Mar
Discursando minha própria verdade
pedindo para nascer de novo
criando mundos...
tão frágeis quanto um castelo de areia
Ondas mortas apagam a realidade
e tudo que é subjetivo me toma
não há caminhos, nem saída
só o mar de incertezas
Então mergulho de cabeça
no que antes era loucura,
hoje torno verdade
faço do cérebro, coração
Da vida faço canção
ao som da maré
doce ilusão, quero vivê-la
e não me afogar.
L. Ribeiro










